E porque não juntar Arte à Saúde?
Como era uma botica nos séculos XIX e XX?
Que outro brilho esconde um belíssimo topázio ou uma imponente ágata?
Estas e outras questões foram esclarecidas pelos alunos do 11.º D e do 11.º TAS na visita de estudo efetuada ao Porto, no passado dia 24 de abril.
Pela manhã, a visita ao Museu Nacional Soares dos Reis ajudou a compreender que a Arte pode e deve ser usada como forma de reabilitação e de valorização do Homem. Para além de uma coleção única de Arte, o Museu, após o confinamento de 2020-22, constituiu-se como um espaço mais aberto à comunidade e, concretamente, como um elemento que integra o mesmo ecossistema do Hospital de Santo António e da unidade hospitalar Magalhães Lemos, dando um importante contributo no que diz respeito à Saúde Mental dos seus utentes.
Após o almoço, que decorreu nos jardins do Palácio de Cristal, o 11.º ano de TAS deslocou-se até ao Museu do Hospital de Santo António, onde ficou a conhecer a botica e outros espaços que celebram a memória desta instituição enquanto elemento fundamental da comunidade portuense.
Já o 11.ºD, por seu turno, visitou o Museu de História Natural da Universidade do Porto onde os alunos puderam apreciar a exposição permanente “Gemas, Cristais e Minerais” e perceber a relevância da Mineralogia e Geologia para a compreensão e resolução de problemas do nosso quotidiano e dos desafios que enfrentamos para a construção do nosso futuro.
No final, o regresso deixou a todos os participantes a sensação de um dia de grande satisfação não só pelo convívio entre as turmas, como pelas memórias criadas no encontro entre ARTE, SAÚDE & CIÊNCIA!

